Ao longo do tempo as interfaces têm sido foco de interesse por um conjunto de actividades cada vez mais alargado, desde a Engenharia ao Design Gráfico, o que originou o desenvolvimento de novas disciplinas projectuais como o Design de Interacção e o Design de Informação e Visualização. E para cada uma delas contribuem um leque cada vez mais alargado de disciplinas como a Informática, o Design de Comunicação, o Cinema, a Animação, ou as Artes Digitais, por sua vez uma deriva das Artes Plásticas. Este caso interessam-nos o design de interacção e o design de informação.
O design de interacção e o design de informação devem ser encarados como actividades que determinam as propriedades formais das interfaces gráficas produzidas industrialmente pelo homem. Entendendo-se por propriedades formais as relações funcionais e estruturais que formam num todo coerente.
Sinteticamente, esta área do design deve ver-se como:
- Actividade criativa que tem por objectivo a constituição de um ambiente material coerente e harmonioso;
- Um processo de estruturação da forma em consonância com outras disciplinas;
- Um método que procura responder a uma função;
- Uma metodologia para equacionar e resolver problemas;
- Um método de acção;
- Visa a harmonização do ambiente humano;
- A combinação de três elementos: a linguagem formal, os materiais e a tecnologia envolvida.
Alberto Cairo define interacção da seguinte forma: "En esencia, para nuestros propósitos, "interacción" significa intercambio de información entre un lector y un sistema artificial: el lector evalúa las posibilidades de la aplicación realiza una operación y el sistema le devuelve una respuesta, que puede desencadenar luego posteriores peticiones del usuario. El "sistema" es la infografía interactiva, por supuesto."
fontes: InfoDesign - Understanding by Design
IxDA - The Interaction Design Association
Alberto Cairo
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