18 de maio de 2008

SMIL

A Synchronized Multimedia Integration Language (SMIL, pronuncia-se "smile") possibilita programação simples de apresentações audiovisuais interativas. A SMIL é tipicamente usada para apresentações multimédia que podem integrar transmissão de áudio e vídeo com imagens, textos ou qualquer outro tipo de média. O QuickTime é um bom exemplo do uso desta linguagem.

Apresentações SMIL são descritas por arquivos de texto. Podemos criar ou editar uma apresentação SMIL com um editor de texto e também pode gerar automaticamente um documento SMIL com qualquer linguagem script que crie arquivos de texto. Um documento SMIL especifica quais os elementos de média que vão ser apresentados, quando e onde.

Elementos de média em documento SMIL são especificados pelo URL. Elementos de média podem ser arquivos, como arquivos de texto, imagens JPEG, filmes QuickTime ou transmissões ao vivo. O URL que especifica os elementos de média pode usar qualquer um dos protocolos comuns: HTTP, FTP, RTSP, acesso a arquivos e assim por diante.

A sua apresentação SMIL pode usar quaisquer elementos de média que o QuickTime consiga reproduzir, incluindo imagens estáticas, áudio, texto, vídeos QuickTime, animações sprite, transmissões ao vivo, panoramas VR e objetos de vídeo VR.

Como os documentos SMIL são arquivos de texto, a SMIL também gera automaticamente vídeos QuickTime personalizados usando um script, como AppleScript, PERL ou CGI script — tudo que possa gerar saídas de texto que criem um documento SMIL. Um script que insere banners de publicidade nas páginas web, por exemplo, pode usar o mesmo script para inserir publicidade no documento SMIL junto à transmissão de vídeo QuickTime.

Assim como as faixas de um vídeo QuickTime, os elementos de média de uma apresentação SMIL podem ser sequenciados, sobrepostos ou contrabalançados no tempo e no espaço.


Estrutura SMIL

A SMIL é baseada em XML e, por isso, é mais rigidamente estruturada do que o HTML, mas usa a mesma sintaxe familiar de e .

A SMIL é diferente do HTML pois todas as tags são case sensitive (sempre caixa baixa) e todas as tags têm que ser explicitamente finalizadas, independentemente de haver um par de tags que envolva outros elementos ou uma tag que seja independente e termine com " />" ().

A SMIL também difere do HTML porque o HTML pode misturar a estrutura e o conteúdo no mesmo documento, enquanto a SMIL normalmente não faz isso. Enquanto um documento HTML contém texto a ser exibido, um documento SMIL contém a URL de um arquivo de texto no lugar.

fontes: W3C e Apple

17 de maio de 2008

O SGV enquanto "Solução Vectorial"

SVG é a abreviatura de Scalable Vectorial Graphics que pode ser traduzido do inglês como "gráficos vectoriais escaláveis". Trata-se de uma linguagem XML para descrever de forma vectorial desenhos e gráficos bidimensionais, quer de forma estática, quer dinâmica ou animada. Umas das principais características dos gráficos vectoriais, é que não perdem qualidade ao serem ampliados. A grande diferença entre o SVG e outros formatos vectoriais, é o facto de ser um formato aberto, não sendo propriedade de nenhuma empresa. Foi criado pela World Wide Web Consortium, responsável pela definição de outros padrões, como o HTML e o XHTML.

A criação deste formato foi baseada noutros já existentes: CSS, DOM, JPEG, PNG, SMIL (que falarei de seguida) e XML.

O formato SVG, neste momento, permite três tipos de objectos gráficos:
* formas geométricas vectoriais (isto é, linhas e curvas descritas matematicamente, ao contrário das imagens bitmap compostas por pixels);
* imagens raster / bitmap;* texto.

Quanto ao armazenamento, as imagens no formato SVG podem ser gravadas com a compressão gzip, sem perda de dados, podendo-se chamar neste caso, ficheiros SVGZ (assim como a extensão). Devido ao XML conter muitos dados redundantes, pode ser comprimido, resultando em ficheiros bastante menores. No entanto muitas vezes, o formato SVG já é por si menor que a sua versão em raster.

fontes: Mozzila Developer Center
Scalable Vector Graphics (SVG)


uma sugestão para melhor compreensão do SGV: http://www.svgbr.com.br/